Bom, eu ainda estou preparando o que seria a minha primeira idéia referente a esse tipo de texto, da coluna “Precisamos falar sobre...”, mas enquanto aquele texto ainda não vem – e pelo jeito, vai demorar pra vir, tamanha quantidade de material que ele tem para ser estudado – pensei num assunto relativamente atual, que era discutido (ou apresentado) pelo meu professor na faculdade de administração e está cada vez mais presente em nossas vidas que é a intangibilidade.
Primeiro, o que é intangibilidade? Pra resumir, é aquele bem/serviço que você não define o valor dele por objetos físicos. Basicamente, experiências. Aquela viagem, aquele show, o pagamento via internet, ou até cartão de crédito, embora tenham “objetos físicos”, como o ingresso ou voucher, mas a experiência ou a facilidade e comodidade daquele serviço possui seu valor na experiência. Tornando mais fácil, pagar um ingresso para ver sua banda preferida, você não está pagando pelo ingresso, mas pela experiência que aquelas pessoas no palco irão te proporcionar.
Quer dizer, seja no âmbito de produtos e serviços, ou do entretenimento, cada vez mais, pessoas consomem esse tipo “novo mercado” fazendo com que cada vez menos, as pessoas saem do conforto e da “segurança do lar” para realizarem atividades no dia-a-dia.
Vamos fazer um exercício de salto temporal e imaginação, tentando visualizar o futuro de um modo micro, englobando apenas os leitores – e aí, de qualquer tipo de literatura, incluindo “50 tons de cinza”: